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Venda de resinas no Mercado Interno cresce 18% no segundo trimestre.

Rentabilidade de 11,8% da Braskem é impactada pelo custo da matéria-prima.
A Braskem registrou crescimento de 18% nas vendas de resinas para o mercado doméstico no segundo trimestre de 2008 em comparação ao primeiro trimestre deste ano, atingindo 598 mil toneladas. Em relação ao mesmo trimestre de 2007, o crescimento das vendas da Braskem foi de 17%. O destaque foi para o polipropileno, cujas vendas evoluíram 18% na comparação com o 2T07, seguido de perto por polietileno (17%) e PVC (13%). No semestre, o volume de resinas comercializadas pela Braskem no país aumentou 12% sobre igual período de 2007, comparado a um incremento de 11% do mercado como um todo, o que elevou a participação da empresa de 50% para 51% no mercado brasileiro.

"O crescimento da demanda por resinas tem-se acelerado trimestre após trimestre, graças ao bom desempenho de setores como a indústria automobilística, de eletroeletrônicos, da construção civil e outros, o que é uma boa notícia neste período de pressão de custos da matéria-prima sobre os nossos resultados", diz Bernardo Gradin, presidente da Braskem. "Temos nos empenhado em atenuar esse impacto através da melhoria de produtividade e de competitividade, realinhamento com os preços de referência internacionais, captura de sinergias da integração da Copesul e da Petroquímica Ipiranga e redução do custo fixo".

Em razão da demanda interna elevada e das paradas programadas para manutenção realizadas no segundo trimestre em plantas da Unidade de Insumos Básicos em Triunfo e Camaçari, a Braskem direcionou maior volume de resinas para suprir o mercado doméstico. Devido a essa estratégia, os volumes exportados de resinas foram menores, com redução de 46% no semestre em comparação ao mesmo período de 2007. Essa redução foi parcialmente compensada pela elevação dos preços das resinas no mercado internacional. No segundo trimestre as exportações alcançaram US$ 526 milhões, o que representa uma redução de 22% quando comparada a exportações de US$ 675 milhões do mesmo período do ano passado.

A receita líquida consolidada da Braskem no segundo trimestre foi de R$ 4,4 bilhões, 11% menor que a receita registrada no mesmo trimestre do ano anterior. Na comparação semestral, a receita líquida alcançou R$ 8,8 bilhões nos seis primeiros meses de 2008, com uma redução de 6% em relação à receita obtida no 1S07. Em dólares, a moeda de referência do setor petroquímico, a receita líquida atingiu US$ 5 bilhões, com aumento de 13% sobre o mesmo período de 2007.

O EBITDA consolidado da Braskem no segundo trimestre foi de R$ 519 milhões, o que representa uma redução de R$ 291 milhões em relação ao 2T07, excluindo-se os efeitos do ganho não recorrente ocorrido naquele período. Os menores volumes vendidos de petroquímicos básicos combinados com um maior custo da matéria-prima foram os responsáveis pela redução. Em dólares, o EBITDA consolidado atingiu US$ 314 milhões. A margem EBITDA foi de 11,8%, apresentando redução de 1,4 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre deste ano. No primeiro semestre de 2008, o EBITDA totalizou R$ 1,1 bilhão, frente a R$ 1,8 bilhão registrado no mesmo período de 2007.

O lucro líquido da Braskem no segundo trimestre alcançou R$ 383 milhões, o que representou um aumento de 36% em relação ao mesmo período do ano passado. No semestre, a companhia registrou um lucro líquido de R$ 465 milhões, com crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2007.

Como parte dos seus programas de crescimento, modernização e atualização tecnológica, a Braskem investiu R$ 797 milhões no primeiro semestre, frente aos R$ 545 milhões destinados no mesmo período do ano passado, sempre preservando seu compromisso com a disciplina de capital e retorno superior ao seu custo de capital. Desse total, R$ 107 milhões foram investidos na unidade de polipropileno de Paulínia - SP, que entrou em operação no início do segundo trimestre, consolidando a liderança da Braskem nesse segmento de mercado. Outros R$ 245 milhões foram destinados às paradas programadas para manutenção, visando manter elevada a confiabilidade operacional das plantas.

O desempenho da Braskem em Saúde, Segurança e Meio Ambiente também manteve tendência de evolução no primeiro semestre, com destaque para a redução das taxas de freqüência de acidentes em até 72%, apesar da realização das paradas para manutenção, sendo que elas já eram significativamente mais baixas do que a média da indústria apontada pela Abiquim. Na questão ambiental, cabe ressaltar a redução do consumo de energia em 1,3%.

"Mesmo em um cenário adverso, a Braskem conseguiu combinar desempenho operacional com importantes avanços estratégicos, concluindo o acordo de investimentos com a Petrobras e avançando na integração da Copesul e Ipiranga", afirma Bernardo Gradin. "Além disso, dentro do processo de internacionalização da Braskem, decidimos avaliar o investimento em um novo projeto petroquímico no Peru. E anunciamos a decisão de investir em uma planta de polietileno verde em Triunfo, com 200 mil toneladas de capacidade anual e previsão para operar no final de 2010, que será uma grande oportunidade de criação de valor por meio da tecnologia e inovação", conclui.

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