Avaliação de Ciclo de Vida

Você já parou para pensar em todo o processo realizado para que os produtos utilizados no seu dia a dia cheguem a suas mãos? Pode-se afirmar que cada produto tem uma história.

A Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) analisa os impactos ambientais potenciais ao longo da vida de um produto ou serviço, desde a extração da matéria-prima até a destinação final.

Desde 2005, a Braskem utiliza a metodologia de ACV para avaliar os aspectos relativos à sustentabilidade em sua cadeia de valor. As informações geradas pelos estudos de ACV fornecem material para embasar as decisões relativas ao negócio, uma vez que permitem:

  1. I

    Identificar oportunidades de aumento de eficiência ao longo de uma cadeia de valor.

  2. II

    Mapear em quais elos da cadeia de valor melhorias de processo terão o máximo efeito no desempenho ambiental de um produto ou serviço.

  3. III

    Prevenir que as mudanças feitas para melhorar uma parte de um sistema industrial não gerem efeitos negativos em outro elo da cadeia.

  4. IV

    Levantar dados sobre as contrapartidas de uma decisão a fim de equilibrar os impactos em todas as categorias de avaliação.

  5. V

    Comparar os impactos de dois sistemas distintos que exercem a mesma função.

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Atuando na cadeia de valor, também se destaca a iniciativa da Braskem na criação da Rede Empresarial Brasileira de ACV, fórum que congrega empresas, por iniciativa voluntária, para discutir o conceito de ACV e disseminar boas práticas na aplicação da ferramenta no ambiente empresarial.

Até o início de 2016, 29 empresas participavam da Rede Brasileira de ACV: Braskem, Boticário, Danone, Embraer, GE, Natura, Odebrecht, Oxiteno, Tetra Pak, CEBDS, ABCV, Akatu, Duratex, ArcelorMittal, Malwee, Votorantim, Petrobrás, Embrapa, Vale, Basf, Klabin, Pepsico, Volkswagen, Raízen, Embraco, DuPont, PQS, 3M e Casa da Moeda do Brasil.

ACV – A história bem contada. Clique aqui e conheça cada etapa!

Confira como se comporta a Avaliação de Ciclo de Vida e a forma como ela investiga as pegadas deixadas por cada produto.

Não é a origem renovável de um produto que o determina como sustentável, mas seu desempenho ambiental do início ao fim. Materiais de origem fóssil, porém leves, eficientes e duráveis no uso, produzidos localmente e fáceis de serem reciclados, podem ter menor impacto em vários aspectos ou finalidades. É o caso dos plásticos. Fique de olho nessa trajetória!